Category: Gourmet

  • Lanterns / Lanternas

    🇬🇧Sophisticated Hoshinoya Tokyo, located in the Otemachi district of the Japanese capital, has launched the “Tokyo Dinner with Lanterns” service, which allows customers to enjoy meals safely against SARS-CoV-2. The hotel’s Instagram generated a lot of engagement, with people commenting that the partitions had a “sci-fi feel”, were “futuristic” and “had a strong impact”.

    The hotel, operated by Hoshino Resorts Inc., had limited use of guest dining spaces as a protective measure against the spread of the virus. Hotel guests paying 30,000 yen (about $260) can invite other outsiders to dine with them under the dividers. The use of the “dinner lantern” service is limited to one group per day.

    🇧🇷O sofisticado Hoshinoya Tokyo, localizado no distrito de Otemachi, na capital japonesa, lançou o serviço “Jantar com lanternas em Tóquio”, que permit os clientes desfrutarem das refeições de forma segura contra o SARS-CoV-2. A foto postada na conta do Instagram do hotel gerou muito engajamento, com pessoas comentando que as partições tinham uma “sensação de ficção científica”, eram “futurísticas” e “tinham um forte impacto”.

    O hotel, operado pela Hoshino Resorts Inc., tinha uso limitado de espaços de refeições para hóspedes como uma medida de proteção contra a propagação do vírus. Os hóspedes do hotel que pagam 30.000 ienes (cerca de 260 dólares) podem convidar outras pessoas de fora para jantar com eles sob as divisórias. A utilização do serviço “jantar lanterna” está limitada a um grupo por dia.

    .
    .
    .
    #hoshinoyatokyo#hoshinoyahotel#lantern#virus#tokyo#japan

    Photos: ©Hoshinoya Tokyo/2021

  • Camarões vivos com formiga

    Camarao(Matéria originalmente publicada pela BBC Brasil)

    Um prato feito de camarão vivo coberto por formigas pretas pode parecer fruto da imaginação de quem não entende nada de cozinha. Mas é uma criação do chef mais badalado da atualidade – e clientes estão pagando R$ 900 pelo menu que contém a iguaria.

    O restaurante dinamarquês Noma – que ficou em primeiro lugar quatro vezes na lista do 50 melhores do mundo da revista Restaurant– se mudou, temporariamente, para a capital japonesa.

    Até meados de fevereiro, aqueles que conseguirem fazer uma (disputada) reserva terão a oportunidade de experimentar um menu criado pelo “melhor chef da atualidade”, René Redzepi, exclusivamente para o público local.

    Os restaurantes japoneses são famosos por servirem os pescados mais frescos do mundo. Servir animais marinhos como peixes ou crustáceos ainda vivos não é incomum no país.

    Mesmo assim, o prato foi saudado na imprensa japonesa como “diferente de qualquer coisa já servida no Japão” (Japan Times).

    As formigas pretas “temperam” o camarão e são chamadas, no menu do Noma, de “sabores da floresta de Nagano”, uma referência à região montanhosa no norte do Japão.

    Segundo Redzepi, por causa das reservas naturais de ácido fórmico na região, as formigas dão uma leve acidez ao prato.

    Mas esta não é a primeira vez que o chef trabalha com o produto. O dinamarquês já utilizou formigas em outras criações no restaurante de Copenhague.

    No Japão, o restaurante ganhou o nome de Noma at Mandarin Oriental, Tokyo, e foi instalado no 37º andar do hotel, com vista para o Monte Fuji encoberto de neve.

    Toda a equipe do restaurante Noma foi levada para o Japão.

    A refeição completa inclui 16 pratos, mais bebida, e custa cerca de R$ 900 por pessoa. Quem quiser provar precisa correr: o menu só será servido até o dia 14 deste mês.

     

    © Todos direitos reservados à BBC Brasil e Ewerthon Tobace. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. All rights reserved to BBC Brasil and Ewerthon Tobace. This material can not be published, broadcast, rewritten or redistributed without permission.

  • Vai uma Coca-cola de alho?

    IMG_0153

    Takko é uma pequena vila com aproximadamente 6 mil habitantes localizada no extremo nordeste do Japão, na província de Aomori. Com uma inteligente jogada de marketing, ela conseguiu sair do anonimato e ganhou destaque no país todo com suas criações a base de alho.

    A cidade ganhou o título de capital japonesa do alho, e seu mais novo invento que chegou ao mercado é uma bebida gaseificada à base de cola.

    Batizado de “Jats Taccola”, o refrigerante foi lançado em janeiro deste ano e só pode ser comprado pela internet.

    A meta original, segundo Keiko Sato, da Central do Alho de Takko, era vender 500 unidades por mês. “Mas a venda do produto foi acima do esperado e o estoque que pensávamos levar um ano para vender acabou-se em um mês e meio”, conta a relações públicas à BBC Brasil.

    Tudo por causa da grande exposição que o produto ganhou na imprensa japonesa.

    Diante do perigo de, literalmente, sumir do mapa por causa da queda da população japonesa, dezenas de municípios passaram a investir em produtos locais na tentativa de revitalizar a economia.

    Segundo um relatório divulgado em 2014 por uma subcomissão do Conselho de Política do Japão, quase metade dos municípios de todo o país poderão ter dificuldades para continuar operando normalmente até 2040 por causa da falta de nascimentos de crianças e do rápido envelhecimento da população.

    Para tentar amenizar o problema, o governo do primeiro-ministro Shinzo Abe chegou a investir no ano passado cerca de R$ 95 bilhões para estimular as economias regionais.

    O investimento inclui projetos de infraestrutura, como estradas e linhas ferroviárias. Mas Abe lembrou que as cidades precisam buscar também soluções.

    Foi o que fez Takko.

    A província de Aomori é responsável por cerca de 70% da produção de alho do Japão, e Takko contribui com cerca de 1,1 mil toneladas anuais das 14 mil produzidas pela região.

    Mesmo não sendo a maior produtora local, é a única que destina parte da produção para criação de produtos. Por isso, sempre é destaque na imprensa.

    Entre as invenções inusitadas estão uma cerveja e um sorvete. Também já criaram um saquê, produtos de limpeza e suplementos alimentares. Tudo com gosto de alho, claro.

    “Criar produtos tem sim o objetivo de aumentar as vendas de alho”, admite Keiko.

    Além disso, a estratégia é atrair a atenção do japonês para a pequena vila.

    Desde que começou a criar produtos, no final dos anos 90, Takko passou a atrair um grande número de turistas, curiosos para conhecer a capital nacional do alho.

    Atualmente, por ano, cerca de 20 mil pessoas visitam o pequeno município.

     

    Leia a matéria completa aqui.

     

    © Todos direitos reservados a Ewerthon Tobace. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. All rights reserved to Ewerthon Tobace. This material can not be published, broadcast, rewritten or redistributed without permission.