Tag: Japan

  • Japan in slow motion – sakura

    Neste vídeo do projeto “Japão em Câmara Lenta”, a flor símbolo do país: o sakura (ou flor de cerejeira). A primavera e o outono são, para mim, as estações mais bonitas do Japão – sem contar o clima mais agradável. A floração do sakura é curta (dura apenas umas duas semanas) e são mais de 300 espécies que colorem o país todo. Essa flor tem uma simbologia muito importante para os japoneses, que adoram apreciá-la. Por isso, os jornais e revistas, além de programas de tevê, trazem especiais com guia dos principais locais e previsão do pico da florada em cada região.

    In this video of the “Japan in Slow Motion” project, the country’s symbol flower: the sakura (cherry blossom).

  • Japan in slow motion – station

     

    This is my new project: Japan in slow motion. In this video, the platform of JR Gifu station. My idea is to show a little bit of Japan, through videos in slow motion for you to appreciate the details of this fabulous country.

    Meu novo projeto: Japão em câmera lenta. Neste vídeo, a plataforma da estação JR de Gifu.
    Minha ideia é mostrar um pouquinho do Japão, através de vídeos em câmara lenta para vocês apreciarem os detalhes deste país fabuloso.

  • Japanese streets

    StreetPhoto project: Japanese streets

    Projeto fotográfico: Ruas do Japão

     

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  • Barcode / Código de barras

     

     

    codigo

    Desde a popularização dos celulares com câmera, muitas empresas japonesas passaram a adotar o QR code. Mas os tradicionais códigos de barra ainda estão por ai. Uma empresa de comunicação de Tóquio, chamada Design Barcode Inc. – デザインバーコード – (http://www.d-barcode.com/barcodes.html), achou um jeito divertido de aproveitar o espaço nas embalagens. Eles criam códigos de barras divertidos. E criatividade não falta. Fiz uma matéria sobre o tema há dois anos para a extinta revista Made in Japan, e entrevistei o diretor de criação da empresa, Takamitsu Kamakura. Ganhei um livro que eles produziram com esses códigos de barra.

    A ideia revolucionária destes códigos de barras acabou projetando a agência, que faturou em 2005 o Good Design Award, em 2006 o Prêmio Directors Club, e no mesmo ano o Cannes Lions International Award Titanium de Publicidade!

    Minoru Yoshida, fundador da agência e que infelizmente faleceu no início deste ano, sempre disse que o objetivo era buscar uma nova forma de comunicação com os consumidores. Ele queria fazer “anúncios tão bons que as pessoas acabariam dispostas a pagar para vê-la”. E funcionou bem. Hoje, muitas pessoas “pagam para ver os anúncios.” Alguns até colecionam esses códigos de barras.

    Quem estiver no Japão, não deixe de procurar nas lojas de conveniência e supermercados embalagens com esses códigos de barras.

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    Since the mobile phones with camera became popular, many Japanese companies began adopting the QR code. But the traditional barcodes are still around. A communication company in Tokyo, called Design Barcode Inc. – デザインバーコード – (http://www.d-barcode.com/barcodes.html), found a funny way to utilize the space on packaging. They created funny barcodes. And they are very creative. I did an article on the subject two years ago for the magazine Made in Japan, and interviewed the company’s creative director, Takamitsu Kamakura. They gave me a book they produced with these barcodes.

    Their revolutionary idea of designing barcodes brought them to the spotlight and they won the 2005 Good Design Award, 2006 Type Directors Club Award, and the 2006 Cannes Lions International Advertising Titanium Award!

    Minoru Yoshida, who founded the agency and who unfortunately passed away early this year, always said that the goal was to pursue a new form of communication with consumers. He wants to make “advertisements so good that people are willing to pay to see it”. And it worked well. Today, many people “pay money to see the ads”. Some collect this barcodes.

    Anyone who is in Japan, try to looking for these packaging with different barcodes.

  • E agora? / And now?

    Minami
    “E agora? Não sei mais o que será da minha vida”. O choro, inevitável e incontrolável, tomava conta daquele senhor há dias. Ele não tinha mais referência. Perdeu casa. Perdeu trabalho. Perdeu familiares. Assim como a cidade e o porto de Minami Sanriku, uma vila de pescadores na província de Miyagi, suas esperanças foram levadas pelo tsunami. O lugar hoje praticamente não existe mais. As águas carregaram tudo. Quase tudo. Sobrou pouca coisa. E em meio aquele vazio todo, não me sai da cabeça aquele olhar do senhor de cabelos ralos e brancos. Triste, perdido no horizonte. O mesmo horizonte que escondia um céu avermelhado de fim de tarde. Lindo, calmo e sereno. E agora?

    (da série microcrônicas, por Ewerthon Tobace, 27/09/11)

    “And now? I do not know what my life will become. ” The crying, inevitable and uncontrollable, took care of that old man’s life for days. He had no further reference. Lost house. Lost work. Lost family. As the city and the port of Minami Sanriku, a fishing village in the province of Miyagi, his hopes were taken away by tsunami. The place practically no longer exists today. The water charged everything. Almost everything. Left little. And amid all that emptiness, the look of that old man with white hair don’t get out of my mind. Sadly. Lost in the horizon. The same horizon that hid a red sky in the late afternoon. Beautiful, calm and serene. And now?

    (from micro chronic serie by Ewerthon Tobace, 09/27/11)

  • Enoshima

    MteFuji

    Sunset view of Mt. Fuji from Enoshima.

    Vista do Monte Fuji no entardecer, em Enoshima.